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Nós, os Gideões
Missionários da Última Hora, chegamos ao grande Amazonas no dia 25 de
maio de 1985, pregando o Evangelho e posteriormente enviando e
mantendo missionários, tanto nas cidades como no interior. Porém,
começamos mesmo a trabalhar na área social dois anos depois, no ano de
1987, com um pequeno barco de apenas 13 metros.
Mas para nós era um grande começo, éramos pioneiros, sob nossa ótica,
estávamos fazendo uma gigantesca obra.
A quantidade de pessoas, isso é, o número de comunidades que atendemos
varia muito, conforme o tempo e a distância de uma comunidade para
outra. Dentro de nosso cronograma é em torno de cinco comunidades por
viagem. Exemplo: em cada comunidade a que chegamos, de acordo com o
número de habitantes, atendemos em média de 100 a 200 pessoas. Por
incrível que pareça isso leva até dois dias.
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Se pararmos para analisar concluiremos que fazemos um grande trabalho,
porque nosso barco, o Gideão VI, sai duas vezes por mês, dependendo
dos recursos e da previsão do tempo que, como todos sabem, é um lugar
onde chove constantemente.
A nossa missão, além de pregar o Evangelho, é conscientizar a
comunidade ribeirinha das profilaxias existentes. Despertar as
comunidades para o perigo das doenças através de palestras e de
prevenção. Prestar atendimento médico, odontológico e primeiros
socorros.
Isso tudo em lugares distantes e isolados da sociedade, às margens de
muitos rios e igarapés carentes, onde nascem muitos frutos, resultado
do compromisso que vocês mantenedores têm tido com o Senhor.
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Pr. Cesino Bernardino
Presidente Gideões

Pr. Reuel Bernardino
Vice-presidente Gideões

Texto e Fotos
Ivandro Morim
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Nossa missão é essa, pregar, mas cuidar de um povo carente e curar as
suas feridas.
Mas para que tudo isso aconteça nos custa muito. Em cada saída do Gideão VI, nosso barco clínico-odontológico, do porto de Itacoatiara,
AM, nos custa quinhentos dólares só em diesel.
Para alimentar a tripulação mais duzentos dólares,
e os medicamentos
para atender essas comunidades varia em torno de duzentos e cinqüenta
dólares .
É por isso que cada oferta, cada caixa de remédios que recebemos, nos
deixa muito felizes.
Mas não ficamos apenas nisso: a nossa meta é pregar o Evangelho, abrir
igrejas no meio das matas, doar bíblias, literaturas, roupas e
calçados, escovas e cremes dentais, brinquedos e, é claro, muito amor
e carinho, além de muitas balas e chocolates.
Bom, amado, nós tentamos ser o mais claro possível sobre o trabalho
que realizamos.
Estamos mostrando a nossa cara, o que estamos fazendo e onde estamos.
Chegou a hora de muitos verem que não somos apenas um evento
missionário que acontece uma vez por ano, mas que nós somos os Gideões
Missionários da Última Hora e que estamos unindo o Brasil não apenas
para evangelizar o mundo e, sim, para oferecer uma vida melhor.
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